

Dedicada à criação e desenvolvimento de filmes e séries

Sobre nós
Selvática é uma produtora criativa dedicada ao desenvolvimento de filmes e séries para salas de exibição, canais de TV e VOD. De série mainstream de super herói
a filme histórico independente, criamos produtos comerciais e produtos de arte, apostando no frescor narrativo como forma de engajar grandes audiências. Prestamos serviços para produtoras e canais no desenvolvimento de argumentos
e bíblias, na escrita e consultoria de roteiros, e colaboração em salas de roteiro
e núcleos criativos, além de desenvolver projetos independentes.

A produtora Selvática foi criada em 2017 por Myrza Muniz, diretora e roteirista, membro da APAN, a Associação de Profissionais do Audiovisual Negro. Comunicóloga com mestrado pela FGV/ESCP de Paris, roteirista pela ECDR FLUP
e Oficina de Autores da Rede Globo. Trabalhou em salas de roteiro em produtoras como Mera Semelhança, Giros, Dédalo e Daza. Desde 2019 é colaboradora da Conspiração Filmes, onde atua como roteirista em uma série ficcional
para a Amazon sob chefia de Luiz Bolognese. Também na Conspiração,
em co-produção com a produtora Preta Portê, assina o desenvolvimento
de uma série ficcional em parceria com Paula Knudsen. Roteirista de série do Emicida pelo Lab Fantasma para o GNT, diretora e roteirista de webserie apresentada por Aza Njeri. Selecionada para o programa Colaboratório Criativo - Laboratório de roteiro de séries para profissionais negros. Curadora dos Festivais Cabíria e Rota, atua como consultora de projetos audiovisuais e literários.
Roteirizou o curta-metragem "Agora" (2016) premiado em seis festivais internacionais, incluindo o grande prêmio no Short to the Point Film Festival. Roteirizou e dirigiu o clipe "Racista e N1ke" (2020), música de lançamento
do rapper Guiu, que obteve mais de 1 milhão de visualizações.
Roteirista e Diretora do longa-metragem "A Odisseía de Obá".
Projetos
A Odisséia de Obá
Longa-metragem de ficção em co-produção
com a Laranjeiras Filmes, produção executiva
de Joelma oliveira, em desenvolvimento financiado por edital SAV/MINC.
Odisséia de Obá navega pela história do Brasil
por um ponto de vista inédito, o de mulheres negras revolucionárias. O longa, porém, não é um típico filme histórico lento e melodramático, que fetichiza
a dor e romantiza o sofrimento. Inspirado pelo filme Relatos Selvagens (Damián Szifron, 2014) Odisséia de Obá é um drama com tons cômicos de ironia composto por momentos decisivos de protagonistas potentes e falhos que, atravessados por circunstâncias inusitadas, têm pouco tempo para decidirem seus destinos. Episódico, o longa conta com seis segmentos, livremente inspirados nas figuras de Agontimé, Tereza de Benguela, Luiza Mahin, Carolina Maria de Jesus, Laudelina Campos e Marielle. Os episódios são ligados visualmente pela água e tematicamente pela coragem, ambos fundamentos de Obá, a Orixá guerreira. Ao final do filme, os episódios se mostram inesperadamente interligados pelo tempo circular yorubano, que faz de A Odisséia de Obá um filme afrofuturista.
PÁRA RAIO
Longa-metragem ficcional, road movie que narra a história de uma mulher amoral de 40 anos que acaba
de sair da prisão com um desejo insaciável por liberdade e entra no carro de um jovem insone de 20 anos que faz bico de motorista de aplicativo, mas é na verdade um policial militar com stress pós-traumático.

EU OUVI O CHAMADO

Seguindo a voz da Majé Célia Tupinambá, esse documentário de impacto segue a missão espiritual de reunir os onze Mantos Sagrados de seu povo sequestrados pela Europa nos tempos coloniais.
O filme seguirá Célia desde sua aldeia no Sul da Bahia até o Museu de Quai Branly, e Outros museus europeus que possuem mantos, negociando o retorno desses objetos sagrados.
Através de uma discussão sobre arte e apropriação “Eu Ouvi o Chamado" trás a luz a luta desse povo por seu território físico e espiritual.
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